segunda-feira, 23 de julho de 2007

Sonhe!


Sonhe, beija-flor!
Quisera alimentar-me com o doce sugo das flores.
Sonhe, beija-flor!
Quisera banhar-me em teus coloridos lares.
Sonhe!
Suas belas asas, passagem para mundos de desejos...
E ao despertar, a simples poesia.

[acorda a minha poesia... beijos ;)]

sábado, 21 de julho de 2007

O Reencontro


... e por fim percebo meus novos trajes. Não fui eu quem os escolheu. Tirei as cartas num jogo em que as regras eu desconheço. Segui vivendo dias inúteis. Perdi-me de mim.

Meu corpo ficou e a mente seguiu só. O coração delicado prendeu-se ao amor desenfreado e cego. Cego à todas as outras coisas no mundo, incluindo eu mesma. Quem foi, esvaiu-se... escondeu-se da turbulência que fez morada em meus dias, fugiu pra dentro.

E eu, das profundezas de tudo o que sou (ou que fui...), temi por meus braços não serem capazes de me alcançar.

Errei!

O abrigo no peito quente tornou-me mais. Enxerguei-me tanto em tão pouco espaço, aprisionada por fortes grades nascidas de minhas próprias entranhas.

(Faces de caminhos mal trilhados fitando-me sem perdão e uma inevitável condenação.)

Minha pena fez-se presente e tornou-se a vida vivida, todas as horas e os meus momentos.


Sigo buscando a libertação e o reencontro comigo mesma...

E para sempre!

Ella.
[e a quem quiser me acompanhar: boa estrada! ;)]

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Luz

Minh'alma suplica... Precisa voar, alto e além!

Além dos mundos

Além da moral

E subir, subir e alcançar

O infinito fruto, a verdadeira vida

O amor.

Quer voar e fluir!

E ir além... além das palavras,

Além dos sentidos

E apenas chegar...


Meu universo me chama.


[Sat Nam! beijos aos amigos.]




sábado, 14 de julho de 2007

à expressão violeta...



A sede de palavras seca minha garganta e inunda os olhos a postos... na mira do sonho perdido pelo caminho.

Olhos atentos às curvas perigosas de uma estrada ao alento maior, e mais.

Secura nos lábios que se esvai, ao minuto esverdeado. E a coragem surge em montagem.

A boca vermelha, latejante, transborda e passa à fria cor das ruas, praças, arcos, becos em que busco... sempre nada.

Broto em sorrisos amarelos, dentes que aspiram por mais um trago amarelo.

E meus dedos, rígidos, traduzem a mente alvoroçada.

Os calos da expressão perdida, no peito.

Banida.


Ella.
[Meu corpo (sempre à espera) manifesta-se. Como acostumou-se a ser...

Traduzí-me em cores e sensações. E um brinde à beleza de ser!]



quinta-feira, 12 de julho de 2007

Alegria

Encanta-me
Proclama-me
(já por Deus escolhida)
A moradora de teus sonhos

Canta-me
Aquela bossa à nova moda
De plantar-me
Raiz de dois

Ouça-me
A vida é da gente
Lança-me
À primavera de nós

Minha alma são sorrisos
... e suspiros.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Boas...


Boas-vindas!

Queridos interessantes e interessados, flagrei-me envolvida na criação deste espaço de repente.

Fui movida pela sede de expressão e uma enorme vontade de expandir-me para todos os lados.

Alimentar a mente... deixar fluir a grande troca (de idéias, de opiniões e -por quê não- de energia!) e cativar a Alma.


Apresento-me, timidamente, e descubro-me, a cada manifestação.



...boa noite...

...boa sorte...

... e boa viagem!